domingo, 27 de setembro de 2015

Crespas e Grisalhas


Pensar com certa frequência no que vai fazer no cabelo é atividade comum para muitas mulheres. Alisamento, amaciamento, hidratação, cronograma capilar, relaxamento, corte, permanente e pintura…ufa! Mas quantas já pararam para pensar no que fazer quando os cabelos brancos chegarem?

Por Adenilton, do Black Brasil 

          Pode ser no futuro ou agora, uma vez que não é necessariamente a idade que determina o aparecimento dos fios, pois fatores genéticos e desnutrição corporal podem causar a despigmentação capilar e te pegar de surpresa.
          Essa não é uma decisão fácil e aposto que muita gente não tem uma resposta na ponta da língua.  Assumir ou tingir?
          Estilo? Atitude? Maturidade? Autenticidade? Vaidade? Descuido?
          Muito se diz sobre as crespas naturais, as que tiveram coragem em abandonar as químicas e assumir os cabelos crespos, mas fico pensando: será que assumir os cabelos grisalhos é diferente?
          Já pensou nisso? Qual é a sua opinião?




          Como você sabe, aqui na Black Brasil a gente acredita na diversidade da beleza. O que é bom para uma mulher pode não ser ideal para outra, e por mais que algo esteja fora ou dentro da moda o que vale é se sentir bem, se olhar no espelho e gostar do que vê.
          Particularmente gosto e quando vejo alguém de cabelos grisalhos meu olhar é cheio de respeito. Então, fica aqui uma homenagem às mulheres crespas e grisalhas.


Leia a matéria completa em: Crespas e Grisalhas - Geledés http://www.geledes.org.br/crespas-e-grisalhas/#ixzz3mxg17J6i 
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quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Kiriku e a Feiticeira

                                                                         Kiriku e a Feiticeira. Na África Ocidental
Kiriku e a Feiticeira. Na África Ocidental, nasce um menino minúsculo, cujo tamanho não alcança nem o joelho de um adulto, que tem um destino: enfrentar a poderosa e malvada feiticeira Karabá, que secou a fonte d’água da aldeia de Kiriku, engoliu todos os homens que foram enfrentá-la e ainda pegou todo o ouro que tinham. Para isso, Kiriku enfrenta muitos perigos e se aventura por lugares onde somente pessoas pequeninas poderiam entrar.

Entre magia, coragem e astúcia: cultura e tradição africana.

Acadêmicas:
Andreza Guandeliny, Débora Rodrigues, Gerusa Baião dos Santos, Kátia Aparecida Medeiros, Sônia Alves
Curiosidade:
O diretor do filme, Michel Ocelot, passou parte da infância na Guiné, onde conheceu a lenda de Kiriku.

Objetivo

Mostrar através do filme KIRIKU E A FEITICEIRA um pouco da história, da cultura africana, passando esse conhecimento de forma clara, objetiva e de fácil linguagem, para que os alunos compreendam fatos comuns da vida africana e relacionem com a nossa própria cultura.

Introdução

Trata-se de um filme infantil, porém um filme que encanta todos os públicos.
O filme passa em uma tribo africana.
As mulheres são caracterizadas tal como elas são.
A música não existe apenas como trilha sonora, mas acontece como parte do dia-a-dia do povo. (batucam e improvisam, assim são as canções)

Questionário realizado com alunos de 5ª e 8ª séries:

1. Você já presenciou algum ato de preconceito?

“Uma vendedora da cidade desprezou uma cliente por ela ser negra”;
“Eu já presenciei muito sobre a cor”;
“Por causa da minha cor, a gente se sente muito triste”;
“Preconceito por morar no sítio”.

2. O que você conhece da África?

Um pais pobre;
Muitas doenças;
Um pais invadido por outros paises;
Um lugar de florestas e animais selvagens.

3. Qual tipo de cultura você conhece além da sua?

Japonesa;
Chinesa;
Indígena.

4. Você consegue identificar alguns aspectos da cultura africana na sua sociedade?

Capoeira;
feijoada;
candomblé.

Existem muitas Áfricas.

Trabalharemos com a África tradicional.
xxxxxxafrica

O FILME*

* Professoras, professores e educadores o filme abaixo está em francês – legendando por ser a única versão disponível na web, indicamos que talvez uma copia traduzida possa ser encontrada em uma locadora


















titulo original: (Kirikou et la Sorcière)
lançamento: 1998 (França)
direção: Michel Ocelot
atores: Fezele Mpeka , Antoinette Kellermann , Theo Sebeko , Kombisile Sangweni , Mabuto “Kid” Sithole
duração: 71 min
gênero: Animação
status: arquivado

Elenco:

Fezele Mpeka (Tio)
Antoinette Kellermann (Karabá)
Theo Sebeko (Kiriku)
Kombisile Sangweni (Mãe)
Mabuto “Kid” Sithole (Velho / Viellard)


Veja outros planos de aula

Veja versão em power point do Plano de aula: Kiriku e a Feiticeira
Fonte: Youtube
Os vídeos estão disponivel no youtube sendo somente reproduzidos pelo Portal.

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Acesso: 24/09/2015 - 22h03min

Setembro de representatividade


Setembro é tradicionalmente um mês importante para as revistas de moda. O exemplar de setembro da Vogue, por exemplo, é sempre o maior e mais relevante do ano.
Por Bárbara Paes, do Ovelha 

E em 2015 tá rolando uma coisa fantástica: sete mulheres negras estão estampando as capas de setembro de grandes revistas de moda! Beyoncé, Serena Williams, Misty Copeland, Amandla Sternberg, Willow Smith, Kerry Washington e Ciara estão nas capas da Vogue, da New York 

Magazine, da Essence, da Dazed, da i-D, da Self e da Shape.
Quando pensamos na forma como as mulheres negras têm sido sistematicamente excluídas da moda, percebemos como esse mês de setembro pode ser um passo no processo de reverter o cenário de baixíssima representatividade negra. Seguem as capas maravilhosas:

Beyoncé na Vogue


Serena Williams, na New York Magazine


Misty Copeland, na Essence


Amandla Sternberg, na Dazed


Willow Smith, na i-D


Kerry Washington, na Self

Kerry acabou de ter filhos, né? E nessa entrevista, a atriz fala de como não quer seu “corpo pré-gravidez de volta”.


Ciara, na Shape


Sobre Autora 
Bárbara Paes tem 22 anos, é negra, feminista, estudante de Relações Internacionais e gosta muito de conversar.


Leia a matéria completa em: Setembro de representatividade - Geledés http://www.geledes.org.br/setembro-de-representatividade/#ixzz3mhlC37Uz 
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Acesso: 24/09/2015 - 21h40min

Projeto Identidade levanta a questão da representatividade do negro na cultura pop


Você já ouviu falar aqui na Zupi sobre o Projeto Raízes, uma série de ensaios fotográficos que celebram o cabelo da mulher negra. Os padrões de beleza impostos pela sociedade podem sem bem cruéis para as mulheres, mas os danos das estruturas sociais que formamos e que são representadas na mídia também se estendem para toda a comunidade negra.
por Suzanne Tanoue no Zopi

          A questão da representatividade é muito importante. Como reconhecer como bonito, como positivo, aquilo que não vemos na TV, no cinema (e nem nos livros de história, a bem da verdade) como tal? Que ainda enxergamos como o periférico, o exótico, a exceção? Vale ressaltar: mais da metade da população brasileira se declara preta ou parda, e ainda assim ainda é difícil encontrar referências negras associadas a uma imagem positiva, um personagem negro numa telenovela que ocupe um alto cargo, uma princesa negra.
          É isso que o Projeto Identidade, exposição fotográfica que apresenta ícones populares (originalmente brancos) representados por pessoas negras, vem questionar. Idealizado por Noemia Oliveira e Orlando Caldeira e clicado por Guilherme Silva, o Identidade nasceu da ânsia de propor uma reflexão sobre os valores estéticos impostos na sociedade brasileira, utilizando para isto a força da imagem. Trata-se de um trabalho que pretende viabilizar o reconhecimento da figura negra como possibilidade potente do belo, tendo tamém como intuito suscitar uma ponderação sobre os danos que a “invisibilidade” do negro pode trazer para a formação de uma sociedade democrática: uma sociedade que se respeite, que se assuma e se represente em diversidade.
          Entre os modelos clicados estão algumas personalidades conhecidas da mídia, como a atriz Juliana Alves e o modelo Taiguara Nazareth e também anônimos, como os frequentadores do Baile Charme do Viaduto de Madureira (evento da cultura negra no subúrbio do Rio de Janeiro e que se tornou bastante conhecido e frequentado por diversas classes) e Cleidilson, garoto que ficou conhecido por ter pintado de negro personagens da Turma da Mônica, em uma prova da escola, dizendo não se reconhecer neles.
          As fotos foram feitas no fim de 2014 e estiveram expostas no SESC Madureira (RJ) durante o mês de fevereiro de 2015. A ideia é que a exposição se torne itinerante!
          Enquanto isso não acontece, veja algumas fotos do projeto:


Leia a matéria completa em: Projeto Identidade levanta a questão da representatividade do negro na cultura pop - Geledés http://www.geledes.org.br/projeto-identidade-levanta-a-questao-da-representatividade-do-negro-na-cultura-pop/#ixzz3mhfBQaPl 
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Acesso: 24/09/2015 - 20h58min

Princesas Disney negras


Vocês já viram estas ilustrações das princesas negras? Ficaram lindas demais! Pra conhecer mais de cada artista que fez as ilustrações, tem os endereços de onde eu as encontrei escrito na foto! Agora vamos todos pedir pra que a Disney tenham mais princesas negras? Por que tá pouco e a gente quer mais.
Por MariMoon no MariMoon


Leia a matéria completa em: Princesa Disney negra

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Acesso: 24/09/2015 - 20h43min

Coleção infantil ‘Antiprincesas’ conta histórias de mulheres inspiradoras

“Conhecemos muitas histórias de grandes homens, mas não tanto de grandes mulheres. Sim, conhecemos algumas princesas, mas elas estão longe de nossa realidade, vivendo em castelos enormes e frios”. Assim começa a obra dedicada à artista chilena Violeta Parra. Este é o segundo livro da coleção “Antiprincesas” da editora de livros Chirimbote que mostra mulheres latino-americanas como protagonistas. O primeiro livro contou a história de Frida Kahlo.

Ambos escritos por Nadia Fink, o terceiro livro será dedicado a Juana Azurduy, militar que participou das lutas pela independência da América espanhola. A grande inspiração que levou ao nascimento da coleção foi “um conflito latente na educação”, disse a autora ao portal La Capital. “Por um lado, o modelo de princesas Disney, reforçado a cada nova produção cinematográfica e, por outro lado, a chegada de um modelo que eleva e ressalta as figuras de mulheres combatentes, comprometidas com seu entorno” .
“Uma de nossas preocupações foi tentar entender os novos formatos experimentados por meninas e meninos de hoje, onde a linguagem não é linear e, sim, distribuída em várias janelas na tela para interagir. Nós valorizamos as novas gerações e não renegamos suas mudanças e desenvolvimento”.


Leia a entrevista com a autora (em espanhol)

          “Contamos historias de mujeres… Por qué? Porque conocemos muchísimas historias de hombres importantes pero no tanto de ellas… Sabemos de algunas princesas, es verdad, pero qué lejos están de nuestra realidad esas chicas que viven en castillos enormes y fríos. Hay mujeres por acá, en América Latina, que rompieron los moldes de la época”. Así comienza el volumen de la colección Antiprincesas, de las editoriales Sudestada y Chirimbote, dedicado a la vida y obra de Violeta Parra. Se trata del segundo libro, después del que cuenta la historia de Frida Kahlo que inauguró la serie, pensado para chicas y chicos que crecen en pleno siglo XXI. Un tiempo en el que empiezan a cambiar los paradigmas de lo femenino y lo masculino y en el que también muta el modo de leer y de vincularse con el texto escrito.
          Ambos narrados por Nadia Fink, los libros -ya se viene el tercero dedicado a Juana Azurduy- proponen un recorrido de lectura intervenido por palabras, ilustraciones, recuadros e imágenes que forman un todo difícil de separar, a tono con la cultura de las pantallas.
“Una de nuestras preocupaciones es tratar de comprender los formatos nuevos que experimentan las chicas y chicos de hoy, donde el lenguaje no es lineal, sino distribuido en múltiples ventanas de la pantalla que interactúan entre sí. Eso nos parece fundamental. Valoramos a las nuevas generaciones y no renegamos de sus cambios y evoluciones, por eso intentamos transformar en arte su mirada nueva sobre el mundo”, dijo Fink a LA CAPITAL.
          El disparador que motivó el nacimiento de la colección fue “un conflicto latente en la educación”, comentó la autora. Por un lado el auge del modelo de la princesa que instaura Disney, reforzado en cada nueva producción cinematográfica de la factoría, y por el otro la llegada de un modelo que eleva y resalta las figuras de mujeres luchadoras, comprometidas con su tiempo y su entorno.
Hay “un creciente interés en desenterrar historias de mujeres independientes y luchadoras, antes ocultas. ¡Entonces la idea de la colección surge por sí sola!”, agregó Fink.
– ¿Cuál es el criterio de selección de los personajes históricos de la colección?
– Pensamos en personajes conocidos que no se les enseñaban a las chicas y los chicos, tal vez porque no sabían cómo explicarles sus conflictos con la sociedad machista. Hay cierto temor a mostrar otras formas de encarar la vida, sobre todo con respecto a la maternidad, la relación con el propio cuerpo, la sexualidad, etc. Mientras tanto, encontramos a esas princesas europeas tan alejadas de nuestra realidad latinoamericana que, además, muestran estereotipos de mujeres muy diferentes a lo que somos. De ahí que lo de antiprincesas no es tanto en un sentido negativo, sino que acercamos a las y los más pequeños historias de mujeres reales que trascendieron su tiempo y rompieron estructuras.
– Además de Frida y de Violeta Parra, ¿qué otras van a aparecer?
– Estamos trabajando en Juana Azurduy. Por un lado, la idea es recorrer el camino de mujeres, desandar esas huellas para descubrirles su valor y para que puedan ser un espejo distinto en el cual las niñas de hoy puedan reflejarse. Por eso, lo ideológico es fundamental, porque desde la rebeldía, la pasión y mucha alegría han pensado en el compromiso propio pero también con las y los otros. Algunas a través del arte, y en el caso de Juana a través de las luchas por la liberación. Eso es fundamental porque creemos que nuestros pequeños tienen un espíritu colectivo que estimulamos contando estas historias de mujeres maravillosas que se animaron a poner las cosas patas para arriba.
– Frida y Parra tienen en común el haber sido artistas, ¿incluirás alguna otra mujer vinculada a otras disciplinas? 
– Tal vez Alfonsina Storni y Alejandra Pizarnik, poetas. Lola Mora, escultora. Pero también nos atraen las figuras de las mujeres que lucharon por la libertad de su pueblo, como Micaela Bastidas.
– Además, ambas también coinciden en haber tenido una definición ideológica contundente, ¿es prioritario ese rasgo?
– La ideología recurrente es la búsqueda del arte popular, la lucha por la libertad y la igualdad de género. No importa si son anarquistas, comunistas, socialistas o peronistas.
– Cómo fue el proceso de investigación de cada libro?
– En el caso de Frida y de Violeta, venía investigando sus historias desde hace años, conocía en profundidad sus historias y fue más simple. Volví a revisar todos los libros que había leído (siguen siendo mi fuente principal) para poder adaptarlos a un lenguaje infantil aunque, repetimos siempre, no por eso empobrecido. En ese sentido, nos animamos a abordar todos los temas, sin subestimar la inteligencia de las y los más pequeños y tratando de generar curiosidad y nuevas preguntas. En el caso de Juana me resultó más difícil porque casi no hay bibliografía sobre su vida.
– En la colección es fundamental el peso que tiene el diseño gráfico. En este sentido, trabajaste en equipo con el diseñador y el ilustrador?
– Nuestros libros son integrales porque con Pitu (el ilustrador) y Martín Azcurra (el diseñador) trabajamos en permanente ida y vuelta. Los textos y los dibujos van y vienen entre nosotros y se reescriben o se recrean según lo que nos va pasando en ese intercambio. Los dibujos de Pitu no son sólo un complemento de las palabras, sino que cada imagen cobra un nuevo sentido y complementa a la palabra y la sensibilidad en sus imágenes es evidente. El propósito del trabajo de Martín, como el los demás, es que cada libro sea único, que nunca creamos que encontramos un patrón y ahí vamos metiendo nuevas imágenes o letras. Cada libro es un proceso creativo nuevo.
– Ambos volúmenes parecen tener dos destinatarios, dos lectores: niños y docentes, ¿es correcta esta apreciación? Teniendo en cuenta las actividades que proponés al finalizar.
– Pensamos un público que se fue modificando con la salida de los libros: por un lado, además de las niñas y niños, los han recibido muy bien las y los adolescentes. Con respecto a las actividades, pensamos en docentes que quisieran tener disparadores para trabajarlos en el aula, pero también padres o madres que quisieran seguir jugando con sus hijos después de la lectura y todo espacio en el que se trabaje con los más pequeños.
– En este nuevo paradigma social que se abre, la mujer adquiere mayor relevancia, sus luchas, sus obras, etc. ¿Te parece que aún falta camino por recorrer para que la mujer sea vista y considerada en igualdad de condiciones que un varón para su desarrollo en el mundo?
– Creo que hay avances notorios pero que aún falta mucho para conseguir igualdad de condiciones en muchos ámbitos. Que la marcha #Niunamenos haya sido tan multitudinaria sienta un precedente, que tengamos que marchar para que no nos maten por ser mujeres, demuestra la desigualdad. Lo que sí rescato es que las mujeres (desde el principio de los tiempos y a pesar de que muchas veces no se valoren las relaciones profundas de amistad entre nosotras) siempre se organizan, se ayudan, se acompañan, luchan juntas. Por eso, también, nuestro granito de arena es aportar a que las niñas puedan crecer con esos otros reflejos de mujeres creativas, que intentan superarse, solas o con sus hijos, que salen a trabajar pero siguen siendo quienes más se hacen cargo de sus hogares de sus niños y niñas, pero que siempre están en movimiento para que las cosas no queden como están.


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Acesso: 24/09/2015 - 20h38min

Dandara e a Princesa Perdida

SUGESTÃO DE LEITURA

Filhos são mesmo uma fonte de inspiração, não? Eu que o diga!
Indicado por Dakir Larara via comentários do Portal Geledés

       As aventuras da Dandara iniciaram em 2009 quando escrevi meu primeiro livro para crianças baseado nas curiosidades da minha filhota. Dandara cresceu e mudou, assim como mudaram as suas perguntas. Agora, das perguntas de uma mocinha que está descobrindo suas origens, surgiu esta história, uma história sobre identidade, sobre diferenças e sobre a descoberta de um novo universo: Dandara e a Princesa Perdida, editado pela editora Compasso Lugar-cultura em parceria com a Imprensa Livre. As ilustrações foram cuidadosamente elaboradas pela Carla Pilla.
        Para dar um gostinho, posto um pedacinho da história…
        Por que não existem princesas negras?

        Onde estão as princesas como eu?
        Dandara estava encucada. A resposta da mãe era complicada e a da vovó também não convencia.
        Em meio a tantas perguntas alguém apareceu… alguém que iria mudar para sempre o mundo da Dandara.


Era uma menina diferente. Tinha cabelo curtinho, roupa com estampa colorida e lindas joias. Sua pele era marrom, um marrom escuro da cor do café, e seus olhos brilhantes como as pérolas negras do colar da bisa.
Quem será esta menina?
Vamos desvendar esta história?


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Acesso: 24/09/2015 - 20h24min